Depoimento: Jorge Luiz

dsc_0004

Eis que o blog está de volta com mais um depoimento vencedor! Hoje é o dia do Jorge Luiz, aprovado no concurso público do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e, agora nomeado, esperando a posse que será em dezembro. Vivaaaaa!

Esse menino tem uma história incrível de sucesso e superação, teve que enfrentar muitos desafios, trabalhando muito e estudando mais ainda para conquistar essa vaga! Fé, coragem, determinação e a ajuda dos familiares foi fundamental! Me emocionei bastante! É difícil segurar as lágrimas quando a gente vê uma história tão bonita!

Ele ainda traz umas dicas interessantes que deram certo para ele, até a parede da casa virou local de estudos! Achei isso o máximo!

Jorge, desejo pra ti todo o sucesso do mundo nesse novo trabalho! Você é um guerreiro e merece demais essa conquista!

“Olá, pessoal. Sou Jorge Luiz e, neste ano, fui aprovado no concurso público do IFPE. Vou contar um pouco da minha trajetória e espero ajudar e estimular todos e todas que estão neste caminho árduo que é a aprovação em um certame.

Deus

Desde o momento que saiu minha aprovação, em abril de 2016, digo às pessoas próximas a mim que essa vitória deve-se a Deus (99%) e ao meu esforço (1%). Repito isso porque sei que, atualmente, os candidatos estão ultrapreparados e não existe “o melhor”, e sim “os melhores”. E, na nossa área, muitas vezes, é apenas uma vaga. Outro ponto é que eu tinha que me virar nos 30: trabalhar no meu emprego temporário, cuidar da minha empresa, cursar outra faculdade, lecionar, cuidar da minha vida pessoal e preparar-me para uma prova de concurso.

Em Marcos, Capítulo 5, versículos de 31 a 34, Jesus estava cansado e decidiu ir com os apóstolos para um local mais afastado a fim de descansar um pouco. Só que a multidão descobriu para onde ele estava se dirigindo e chegou antes dele. Ao ver aquele povo aflito, a bíblica revela que “quando saiu da barca, Jesus viu uma grande multidão e teve COMPAIXÃO, porque eles estavam como ovelhas sem pastor. Então, começou a ensinar muitas coisas para eles e operar milagres”.

Eu era essa multidão. Estava aflito e cansado. Jesus teve compaixão de mim, saiu do barco e operou um milagre. Como sou grato a Deus por todas as bênçãos. Deus teve compaixão de mim e terá de você também, desde que faça sua parte.

Agora vou mostrar como foi esse 1% de esforço…

A primeira preparação

Quando iniciei a primeira graduação, minha tia Maria (a qual amo muito) foi a grande incentivadora para que eu me preparasse para provas de concurso a fim de ter uma vida mais estável e tranquila. Na época, eu trabalhava como assessor de imprensa na Câmara de Vereadores da minha cidade. Como boa parte dos estudantes de jornalismo, não dei bola e só queria atuar em televisão, porque, além de achar interessante, eu pensava que ganhava bem. Ledo engano. Kkkkkk

Esforcei-me e consegui estágio em uma TV local e continuei trabalhando na assessoria de imprensa na Câmara. Foi aí que a ficha caiu e vi como nosso ofício não é valorizado e como ele precarizou ainda mais, em 2009, quando o Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Gilmar Mendes, destruiu a profissão de jornalista em uma canetada.

Após a triste realidade do mercado privado e de ter sido exonerado da Câmara no final de 2008, comecei a pensar melhor no conselho de tia Maria e me interessei por concursos.

É lógico que, durante a graduação, cheguei a fazer algumas provas, mas sem a devida dedicação e entusiasmo.

Foi então, em 2009, que foquei no meu primeiro concurso para trabalhar na FUNASA (Fundação Nacional de Saúde).

Nesse mesmo ano, fui empregado em um museu de Caruaru, o “Museu do Barro” e tinha tempo para me preparar, pois só trabalhava meio expediente.

A preparação foi de quatro meses para a prova. Durante a semana, estudava uma média de oito horas por dia e, nos fins de semana, 12 horas.

A prova ia ser em Maceió e eram em torno de 20 vagas para técnico administrativo. Quando saiu a concorrência, quase desisti. Estavam inscritas 3.434 pessoas. Corri para informar a tia Maria que não iria fazer mais a prova, pois estava muito alta a concorrência e fazia apenas poucos meses que eu estava estudando. Seria um gasto desnecessário me deslocar de Pernambuco para Alagoas.

Prontamente, tia Maria me repreendeu, disse que era para fazer a prova e que ela mesma me levaria.

Assim, fiz a primeira prova para a qual realmente havia estudado. A banca foi a FGV (Fundação Getúlio Vargas) e a prova foi maravilhosa. Não deu para ser aprovado, mas fiquei na posição 90 na correção das provas objetivas. Ainda hoje tenho guardado o papel com essa nota. Kkkkk

A partir dessa experiência, vi que era possível ser aprovado em um concurso público.

As intercorrências da vida. Porém, tudo é no tempo de Deus

No segundo semestre de 2009, após a prova da FUNASA, assumi a coordenação do Museu do Barro e, a partir disso, não tive mais tempo de estudar para concursos. Era dedicação exclusiva às atividades do Museu. Isso foi uma tendência nos anos seguintes, quando comecei a trabalhar na Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Caruaru.

Ao longo dos últimos sete anos, minha vida era trabalho, trabalho, trabalho e, quando sobrava tempo, estudava. De quebra, em 2014, abri uma pequena empresa de Comunicação e voltei a cursar outra graduação na UFPE, que depois abandonei.

Paralelo a esse corre-corre dos últimos sete anos, fiz coisas importantes que considero fundamentais para a minha aprovação:
– A primeira foi formar uma biblioteca para concurso. Todo ano comprava uma média de cinco livros.
– Conheci e comecei a acessar frequentemente o site Jornalistas Concurseiros, de Mariana Mazza. O site me ajudou fortemente na busca por livros corretos para comprar, como também me dava injeção de ânimo ao ler os depoimentos dos colegas aprovados. (Quero aproveitar e agradecer a Mariana por tudo. Que Deus te cubra de bênçãos.)
– Fazia apostilas com várias questões de concurso e, esporadicamente, resolvia algumas provas.
– Todo ano eu tinha de fazer pelo menos dois concursos na área de jornalismo.
– E, por fim, estudava uma média de duas horas pelos livros que comprei.

O resultado de poucas horas de estudo eram várias reprovações.

Eu acreditava que só passaria em um concurso se parasse de trabalhar. As notas eram até boas para quem não se dedicava. Acertava uma média de 60% da prova, mas não era suficiente para a aprovação.

2015 foi o ano de mudar de atitude, já que não podia mudar a realidade.

No segundo semestre do ano passado (2015), ocorreu uma onda de demissões na Prefeitura de Caruaru por perseguição política. (Isso acontece com frequência em cidades pequenas como a minha). Eu não fui demitido, graças a Deus e graças à dedicação e ao empenho que sempre tive com o meu trabalho. Mas isso me deixou profundamente triste. Vi pais e mães de família desempregados, sofrendo. Inclusive, conhecia muitos deles.

Foi daí que decidi mudar de postura e atitude, já que não podia mudar a realidade externa. Soube que a UFRN iria abrir vagas de concurso para o cargo de jornalista. Baixei o edital, esquematizei-o, separei livros e apostilas, comecei a me dedicar uma média de oito horas de estudo por dia, durante a semana. Já nos feriados e fim de semana, estudava umas 12 horas.

Estudava no trabalho, na minha empresa, na fila do banco, no ônibus, à espera de um atendimento. O tempo ocioso era todo preenchido. (Vale destacar que isso não me impediu de fazer o meu trabalho bem feito. Continuei me dedicando com afinco às minhas atividades profissionais, pois ela é quem me dá dignidade).

O período mais calmo para estudar era à noite, quando chegava em casa. Começava às 20h e ia até uma ou duas horas da madrugada. Depois, rezava e ia dormir.

Tinha madrugada que eu olhava para o céu, por meio da minha janela, e caía uma lágrima no caderno ou no livro. O terço de Nossa Senhora estava sempre perto do material de estudo. Sempre que dava, eu rezava com ele.

Essa maratona durou três meses. Viajei para Natal, fiz uma prova maravilhosa e fui para a segunda fase da seleção, a correção da redação. Não fui aprovado, mas fiquei numa boa colocação, levando em consideração o número de inscritos. Eram duas vagas. Inscreveram-se 476 jornalistas. Fiquei na posição 40.

Agradeci a Deus o resultado, pois pedi a Ele que minha redação fosse corrigida e assim aconteceu.

A aprovação

Continuei estudando o restante do ano de 2015. Não de maneira frenética, mas com constância. No início de 2016, tirei férias do trabalho e da minha empresa. Renovei as energias e, quando retornei do carnaval, tomei conhecimento de que o IFPE havia aberto concurso público. Pulei de alegria e comecei a focar nesse certame. Faltavam três dias para acabar minhas férias. Foi o tempo suficiente para imprimir edital, esquematizá-lo, fazer planejamento de estudo com metas, separar livros, comprar outros e começar a batalha.

Tive apenas 44 dias para estudar o conteúdo extenso do IF e ainda hoje não sei como eu dei conta. Kkkkk Foi Deus. Só pode ter sido Ele. Kkkk

A primeira providência foi pegar todas as provas do IFPE para ver o estilo da banca e resolver as questões. Não dava para perder tempo. Ao longo dos sete anos de trabalho, eu cheguei a prestar dois ou três concursos do IF e tinha essas provas no meu material de estudo.

Paralelo à resolução de questões, comecei a elaborar uma apostila/resumo com base no que o edital cobrava e com o apoio dos livros de jornalismo que eu tinha.

Foi nesse momento que percebi que estava estudando errado por alguns autores e perdendo munição. Constatei, por meio das provas anteriores, que os autores mais cobrados eram Ferraretto, Torquato, Kunsch, Bacellar e Fabíola de Oliveira. Eu estava focando, erradamente, em Jorge Duarte. Comprei os livros desses autores e corri para estudar.

Em relação ao conteúdo de Português, peguei na internet as provas anteriores do IFPE. Mas fui além. Imprimi também as provas do IF de nível de doutorado e comecei a estudar por meio delas. Eu precisava me preparar para o chumbo grosso. Também utilizei videoaulas com a professora Maria Augusta do cursinho CERS. (Quero agradecer a minha irmã Amanda que me cedeu esse material. Heheheh)

Após a leitura dos livros e confecção das apostilas, eu precisava fazer três revisões como ocorreu para a prova de Natal. Só que não deu tempo e só tive direito a duas revisões: uma revisão com leitura detalhada e confeccionando mapas mentais e outra revisão com leitura dinâmica com o auxílio dos mapas mentais.

Nunca tinha usado mapas mentais para estudar. Na verdade, nem sabia que era esse o nome que se dava aos papeizinhos colados na parede e guarda-roupa. Kkkkkk Meu quarto ficou lotado de papeizinhos e como só tinha uma semana para revisão, criei uma estratégia: dividi as paredes do quarto em dias da semana. Cada dia, eu tinha que revisar aquele conjunto de mapas mentais. Assim fiz até o sábado, um dia antes da prova.

*Um fato engraçado é que minha sobrinha querida Ana Beatriz (Bibi), de quatro aninhos, também espalhou um monte de papeizinhos no meu quarto dizendo que eram os estudos dela. Isso me deu muita sorte. Kkkkk (Vocês vão conferir na foto que tirei com ela, após aprovação. Os papeis na altura dela foram riscados e colados por ela. kkkk)

Outro recurso interessante que utilizei foi a gravação de áudios de alguns conteúdos que são meramente decoreba (datas, locais, nomes). Enquanto estava no banho ou na academia, eu escutava-os. Ainda os tenho no meu celular. Kkkkk E ajudou e muito. Kkkkk

O dia da Prova

Sou uma pessoa muito tranquila para fazer provas.

Ao iniciá-la, observei que a banca utilizou os autores que havia mais focado. Isso já deu uma aliviada. Mas caíram umas sete questões absurdas de decoreba que me deixaram superirritado. Porém, consegui acertá-las graças ao concurso que fiz em Natal, pois a UFRN cobrou conteúdos do tipo: datas históricas, números de lei e nomes de pessoas do jornalismo. Outro ponto que ajudou foi a preparação que fiz para a prova de Português. Foi positivo resolver questões do nível de doutorado.

Mesmo tendo feito uma boa prova, saí irritado, pois sabia que não tinha gabaritado devido ao alto nível da prova. Na minha cabeça, só passaria quem fechasse a prova. Nem criei expectativa e aguardei o gabarito. Ao sair o gabarito, percebi que meu desempenho tinha sido melhor que os colegas do Facebook, mesmo assim, contive-me, pois a rede social era um universo pequeno diante quase mil jornalistas inscritos para quatro vagas.

Entrei com recurso em algumas questões de Português e específica. Minha pontuação aumentou. Mesmo assim, nunca passou por minha cabeça que o primeiro concurso que eu passasse seria de nível federal.

Quando saiu o resultado, eu chorava e sorria ao mesmo tempo. Foi uma festa na minha casa com minha família. Nos dois primeiros meses, após aprovação, eu acordava cedo chorando e agradecendo a Deus. Parecia um sonho. Hoje, a ficha já caiu. Kkkk

Minha homologação saiu em maio. A nomeação em novembro e a posse ocorrerá no dia 19 de dezembro de 2016.

Segue uma parte da carta que fiz para minha família quando saiu minha homologação. Sempre que releio, me emociono.

‘Obrigado, meu Deus, por tudo! Como o Senhor é o Deus da graça e da misericórdia. Agora é oficial. Fui aprovado em concurso público federal para o cargo de jornalista/assessor de imprensa do IFPE. Um presente de Jesus Cristo, tendo em vista que amo a profissão que abracei. Passa um filme na minha cabeça, pois essa conquista não é só minha, afinal, ninguém alcança vitórias sozinho. São muitas pessoas e anjos que nos socorrem e passam na nossa vida.

Quero agradecer aos meus pais, Luiz Gonzaga e Maria do Socorro (In Memoriam) que sempre me cercaram de amor, carinho e nunca deixaram faltar nada a mim e às minhas irmãs. Tenho absoluta certeza de que mainha está muito feliz no céu acompanhando a minha caminhada e das minhas irmãs. Te amo para sempre, mainha!

Painho é um anjo na minha vida, desde que mainha faleceu, há cerca de onze anos, ele vem cuidando da família de uma forma que eu não tenho palavras para expressar e sempre me emociono.

Eu, Amanda Laís, Ane Layne te amamos muito. Seus conselhos e suas palavras nos dão ânimo e são luzes para nossas decisões. Esse concurso é prova disso, pois lembro que, ano passado, o senhor disse: “Você já tem curso superior, não precisa cursar outra faculdade. Foque num concurso que você chega lá.” Assim o fiz, abandonei a graduação que estava fazendo na UFPE e comecei a me dedicar entre oito e 12 horas por dia em estudos. Lembro também suas orações. Na verdade, o senhor é um dos poucos homens nesta Terra que reza todos os dias do ano o terço e o ofício de Nossa Senhora. Por isso, nossa casa e nossas vidas são tão iluminadas, pois Jesus Cristo diz: “Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua Justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas.”

Quero agradecer às minhas irmãs Amanda Laís e Ane Layne. São duas guerreias que sabem o valor do trabalho e do estudo. Como sou feliz e grato a Deus em tê-las como irmãs. Me sinto bem ao estar com vcs. Me sinto confortável ao dividir os momentos de alegria e tristeza ao longo de toda essa caminhada. Saibam que seus sonhos estão próximos de se tornarem realidade. Basta ter fé em Deus, foco e força.

Obrigado a tia Graça e tio Jurandir por terem me orientado nos estudos no período quando era criança. Lembro que ia forçado estudar na casa de vocês, pois só queria saber de assistir à TV, jogar e brincar. Kkkkkkkk Com a ajuda de vocês e da minha prima Januza, aprendi a ser mais organizado com as tarefas escolares e, a partir disso, eram só notas boas. Heheheheh

Na fase da adolescência e adulta, surgem outros anjos e, agora, me dando a mão no meu caminho profissional. Minha gratidão a tia Maria, tio Beto e tio Josildo. Lembro que não entrei em jornalismo na UFPE por décimos e só pude cursar uma faculdade particular. E essa turma se uniu para me ajudar. O primeiro ano de faculdade foi de coletividade. Cada um, junto com painho, pagava uma parte.

Quem convive comigo sabe: sou uma pessoa autônoma e gosto de andar com minhas próprias pernas. Apesar de ver todo esse esforço dos meus tios e pai, decidi trancar a faculdade por um ano até conseguir um emprego que desse para pagar a mensalidade da faculdade e as minhas despesas com o estudo. É daí que surge, mais uma vez, o convite de tio Beto para ser assessor de imprensa na Câmara Municipal. Assim, concluí meus estudos e ainda tive o privilégio de já atuar na área a qual decidi investir. Já passei por televisão e jornais impressos, mas amooooo assessoria de imprensa.

Tia Maria merece um parágrafo só para ela. Heheheh Sou loucoooo por essa tia e todos que convivem comigo sabem que, durante o dia, cito umas dez vezes o nome dela. Sou seu fã e lhe admiro muito como profissional e pessoa humana. Tia Maria é aquele ser que transparece paz e hoje é quem une toda a família. Todos os mais de 30 sobrinhos da família Dora a amam e todos já tiveram alguma história com ela, pois tia Maria já paparicou a todos. Desejo que a senhora continue sendo muito feliz e que Deus realize muitos outros sonhos por meio de João Neto. A senhora merece toda a luz e paz. Tenho frases que sempre falo em conversas ao citar Tia Maria e vou repetir duas aqui: “Se eu tivesse metade da inteligência de Tia Maria, hoje eu era rico.”, rsrsrsr e a outra é “ Se, durante a vida, eu tiver 10% da bondade que há no coração de tia Maria e tio Beto, eu morro feliz”.

Por fim, a vida me deu a graça de conviver com outros seres de luz que nos ajudam a dar injeção de ânimo e eu tive essa sorte trabalhando na Secretaria de Saúde. São muitas pessoas unidas com um único objetivo: servir às pessoas, principalmente aos mais necessitados. Minha gratidão à Aparecida Souza, a Wedneide Almeida, Ana Lucia Barros e tantas outras que, em muitos momentos, quando ia fazer provas, torciam por minha aprovação. Estou saindo da pasta, porém meu coração fica com todas.

Obrigado, Jesus, e que o Senhor me use nesta nova fase da minha vida como instrumento de amor, justiça e paz. Tudo é teu, inclusive este emprego, pois estamos aqui de passagem.’

Caruaru, 18 de maio de 2016.”

Anúncios

2 opiniões sobre “Depoimento: Jorge Luiz”

  1. Já li muitos depoimentos aqui e sempre me tocam, mas confesso que a emoção foi intensa ao ler esse aqui porque me identifiquei com muitas coisas que o Jorge Luis falou. Também fiz o UFRN e também tenho fé em Deus e em Nossa Senhora. Parabéns Jorge, que Deus te ilumine nesta caminhada que ainda estou buscando.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s