Concurso do IFPE: como foi?

ifpeHoje (03) foi dia de prova do concurso do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE). Já soube por alguns amigos que a prova foi daquelas com decorebas absurdas de datas, com alternativas estilo “A – 1 de dezembro; B – 2 de dezembro; C – 3 de dezembro…” e por aí vai, o que não permitia nem um chute com certa chance de acerto. Chegaram ao cúmulo de perguntar o número do artigo do Código de Ética que falava de tal tema, como se esse dado fosse mais importante que abordar perguntas sobre o próprio tema.

Enfim, resolvi abrir esse espaço para que vocês mesmo possam comentar sobre a prova, mas desde já fica o meu lamento e indignação com esse tipo de concurso que vai totalmente na contramão do que as bancas estão fazendo, que é cobrar cada vez mais inteligência e menos decoreba de seus inscritos.

Fiquem à vontade para expor aqui o que acharam da prova!

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20 comentários em “Concurso do IFPE: como foi?”

  1. Que ótimo esse post,pq já estava pensando em te sugerir pra desabafar rs Realmente achei a prova um desrespeito com quem se dedicou e estudou. De fato, não mediu conhecimento de ninguém. Essas questões que cobravam datas,além da do Código de Ética que cobravam o que tinha escrito no artigo 9, sendo q todas as alternativas estavam contidas no código,ou seja,você tinha que saber o que tinha escrito em cada artigo,foram as piores. Enfim, no geral, as questões iam totalmente de encontro ao que vem sendo cobrado por bancas maiores e mais sérias. Pelo edital,realmente se esperava questões mais inteligentes e da área, o q não foi o caso dessa vez. Sem contar das questões mega técnicas de rádio, roubando lugar de outras q poderiam abordar a linguagem jornalística no rádio e as principais características do veículo, por exemplo. Foi isso. Lementável mesmo. 😦

    1. Faço minhas as suas palavras. Esse concurso foi uma verdadeira decepção para quem estudou. Um série de decorebas foi exigida nas questões. Digo ainda mais, impossível saber de cor todas as datas, todos os artigos das legislações por ordem. Frustrante. Interpretação que é bom, quase nada. Isso é fatal para um jornalista. Sem falar na prova de português, com vários textos enormes, que certamente cansou quem começou por ela, e deixou pouco tempo para refletir sobre a prova de conhecimentos específicos. Quem chuta bem, que definitivamente não é o meu caso, vai se dar bem. Ou quem sabe algum gênio, superdotado, capaz de decorar uma vida toda de “vivência” jornalística, será contemplado com a vaga. É IFPE, cada um tem o jornalista que merece. Essa prova não vai dar à instituição o melhor, talvez o mais nerd, mais não o mais capaz.

  2. Decepcionante fazer uma prova como essa do IFPE que não cobra nenhum conhecimento utilizável por parte do candidato, apenas decoreba boba.
    Querem selecionar alguém que saiba trabalhar bem exercendo suas funções e resolvendo problemas ou um papagaio repetidor de informações fúteis!?

  3. Achei a prova patética! De que vale, por exemplo, saber a data que determinada lei entrou em vigor se não soubermos o seu conteúdo? E foram umas cinco questões cobrando datas. Me senti no primário, quando tinha que responder a data em que Tiradentes foi enforcado ou em que o Brasil foi “descoberto”. Uma prova que privilegiou o chute! Sou um candidato que aproveita todos os segundos de uma prova e quase sempre sou o último a sair. Hoje, li as questões e senti como se estivesse sendo debochado e só esperei dar 11h para poder anotar o gabarito. Não dava para levar essa prova a sério.

  4. Prova muito mal elaborada! Parecia que a banca não tinha conhecimento dos assuntos e acabou optando pela forma mais prática de fazer questões, ou seja, colocando as informações superficiais. Achei a fiscalização péssima também. Não havia saco para colocar os celulares, nem revista. Parece besteira, mas bancas sérias têm esses cuidados mínimos. Fora que foi uma prova altamente ideológica. Não que ponto de vista interferisse na resposta, mas, em quase toda a avaliação, havia a intenção de colocar a mídia como principal causadora da crise econômica. Sabemos que a mídia tem seus interesses, mas o objetivo da prova foi tirar totalmente a culpa do governo. Aliás, acho que muito mais do que avaliar, a prova teve a função de passar uma ideia, um ponto de vista. Foi muito bizarra!

  5. Será que não caberia recurso? Porque vou lhes contar uma coisa… Muita gente pode ter ficado com o celular e usado ele na hora de ir ao banheiro pra pegar as infos já que era decoreba… Quem garante? Não tinha detector de metais e eles se baseavam na nossa resposta. Só perguntaram: “tem alguém com celular na bolsa?” ah por favor né?

    1. Também concordo com vc Thaís. Muita gente foi ao banheiro com celular escondido, acessou a net e fez a consulta que quis. Concurso que não tem detector de metais ….

  6. Indignada com essa prova. Quem se atenta a decorar dia, mês e ano de um fato? É um conhecimento muito irrelevante. É uma prova pra quem chuta bem.

  7. Uma instituição que não faz concurso há 4 anos pra área, elaborar uma prova desse tipo é patético. Como foi banca do próprio IF, ficou parecendo que os responsáveis jogaram os temas no Google e fizeram as questões, não tinham ideia do que se tratava. A única questão de teoria foi tirada da orelha do livro do Felipe Pena. Fico me perguntando se não foi jogo de cartas marcadas, pq tinha um conteúdo enorme no edital e se cobrou poucos assuntos e de maneira torpe. Uma prova tirada do Wikipedia.

  8. realmente não tinha um detector de metal na escola onde realizei a prova..bom fiz a prova p cargo de tec em tecnologia(onde não abrangia legislação)mas a minha prova foi gigantesca…achei uma prova grande para ser realizada com tranquilidade em 3horas..n sei se as provas de vcs também foi assim..

  9. A pior prova que já fiz. Totalmente sem noção. Não mede conhecimento nenhum. Nunca fui boa de decoreba, estudo aprendendo e entrando o assunto. Na prova do Funpresp errei 13 questões das 70. Banca séria é outro nível. A de português ate gostei, mas quando vi perguntando o que dizia o 9 artigo, data que foi abolida lei, data da primeira transmissão do sinal digital… Já sabia que ia me ferrar, pq nunca fui boa de chute. Acho que essa prova foi elaborada por algum professor do IFPE e sinceramente, acho que ja deve ter carta marcada. Tá pra sair o edital do IF de Alagoas e ainda tô pensando se faço ou não, pq não vou perder meu tempo decorando um monte de data pra fazer a prova. Lamentável

  10. Os comentários anteriores refletem bem o que senti em relação à prova. As questões não avaliaram o conhecimento sobre jornalismo e muito menos se o candidato saberia desenvolver as atribuições do cargo.
    Não dá para levar esta banca a sério. Começou pelo fato de que não havia saco plástico adequado para armazenar o celular; 2. queriam que os candidatos entregassem os celulares aos fiscais – me recusei por duas razões: isto não estava no edital e eu não moro em PE, ou seja, se acontecesse algum imprevisto eu perderia o aparelho com todas as informações; 3. as carteiras não eram nominadas, mas eram numeradas com uma fita crepe daquelas que usamos em casa para etiquetar coisas e com a escrita feita a mão; 4. um dos candidatos da minha sala estudou até o último minuto antes da prova – até onde sei, depois que entra na sala não pode mais ler nenhuma anotação ou livro etc; 5. não podíamos levar o caderno de questões, mas também não havia um papel apropriado para anotarmos, o que poderia favorecer candidato com má-fé; e por aí vai.

  11. Tenho o mesmo sentimento que vocês. Gente, será que não há como solicitarmos o cancelamento da prova? A segurança foi zero! Deixar o candidato com o celular, não ter o saco para lacrar, nem utilizar detector de metais foi demais. Na minha sala, por exemplo, tive a impressão de ter ouvido um celular tocar, mas logo o som foi abafado e silenciou…Já em relações as questões decorebas foram patéticas. Acho que deveríamos nos juntar e pedir o cancelamento da prova!!! Teria como?

    1. Élida, será que vc fez prova na minha sala? Pq tbm tive a mesma impressão, ainda olhei pra o fiscal, falei que tinha um celular tocando. ele olhou desconfiado e disse que era algum carro de som na rua. sinceramente, estou esperando o resultado final pra eu ver a pontuação dos primeiros colocados

  12. Falaram tudo que eu pensei sobre a prova. A começar da falta de segurança desse concurso. Nem prova de seleção para faculdade é tão displicente como essa… As questões especificas foram ilogicas e surreais! Concordo que esse concurso deveria ser anulado. Pois não faz sentido algum…

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