Depoimento: Francisco Souza

franciscoO leitor Francisco Souza acabou de saber de uma boa notícia: foi o primeiro colocado no concurso do Superior Tribunal de Justiça (STJ)! Logo se dispôs a vir aqui no blog contar um pouco da sua história e trazer algumas dicas de estudos, na intenção de ajudar a todos nós que ainda continuamos nessa luta!

Desde que se formou, não demorou muito tempo para o Francisco perceber que queria trabalhar no setor público. Em 2008, começou a estudar para concursos, na época em que, como ele mesmo define (e com a qual eu me identifiquei, confesso), “ter uma apostila da Vestcon era o suprassumo de preparo”. Dois anos depois, foi aprovado em um concurso do Ministério da Saúde. Em busca de um concurso no Legislativo ou Judiciário, decidiu voltar a estudar no início deste ano. Tanta determinação culminou com a aprovação em primeiro lugar no concurso de STJ que tinha apenas duas vagas imediatas.

E, gente, ele traz umas informações aqui que são “ouro em pó”! Dicas valiosíssimas para as tão temidas provas do Cespe, que nos assustam (os pobres mortais concurseiros), mas que ele aprendeu a amar e a fazer! Pontinha de inveja da pessoa que diz amar prova do Cespe! Kkkkkkk! Mas vou aplicar essas técnicas para a vida e espero nunca mais tremer na base nos concursos da banca!

Francisco, mais uma vez parabéns por sua conquista, que venha logo a nomeação! E obrigada por dividir com a gente sua história, sua experiência! Digo mais, vale um livro: “Como fazer (e amar) as provas do Cespe!”. Pode ter certeza que vai bombar no mundo dos concurseiros! Pensa nessa ideia… kkkkk

“Então pessoal, agora que deu certo e fui aprovado, é possível comentar um pouco sobre a metodologia de estudo que utilizei. Já que funcionou para mim, vai que funciona para você também?

Eu me formei em uma universidade particular em 2004, no interior de Santa Catarina. (Univali). Na época nem tinha ideia de fazer concursos. Fiquei um tempo trabalhando em jornais pequenos, rádios pequenas e meio triste de ganhar tão mal e viver sempre no aperto. Fui morar um ano nos Estados Unidos, em 2007, e quando voltei é que me veio a luz dos concursos. Sabia que era possível tentar a sorte em São Paulo ou no Rio, onde é possível ter sucesso no jornalismo, mas achava (ainda acho) as empresas de comunicação escrotas demais. Definitivamente meu perfil não era do setor privado.

Em 2008, comecei a fazer concursos. De cara a gente toma susto com as matérias que são cobradas. Para muitos, assuntos como “auditoria de imagem institucional” ou “marcas de refile” são totalmente fora daquilo que estudamos em nossos cursos de jornalismo.

Para quem mora fora de Brasília, a gente acaba começando sem saber ao certo o que estudar, de que forma estudar. É o aprendizado na base dos erros. Comecei na época em que ter uma apostila da Vestcon era o suprassumo de preparo.

Nessa sequencia, fiz algo em torno de 20 concursos antes de passar. Em janeiro de 2010, fui aprovado em um concurso do Ministério da Saúde e logo entrei no serviço público. Já em Brasília, tive acesso a algumas manhas e acabei sendo aprovado em um concurso do MPU em 2010, no famoso “cadastro reserva”. Acabei voltando para Santa Catarina pelo Ministério da Saúde, ainda alimentava a ideia de ser jornalista no serviço público e viver no interior.

Após chegar à conclusão que todas as boas vagas estavam em Brasília, vim para a capital em maio de 2015, decidido a fazer concursos até passar em uma vaga “top”, judiciário ou legislativo.

Durante quatro meses eu revi alguns conceitos, foquei um monte nas disciplinas básicas e acabei passando antes do que eu imaginava.

ORGANIZANDO O TEMPO DE ESTUDOS

Esse foi um pouco da história, agora vou comentar do que realmente importa: a organização de estudos. É impossível não abrir mão de algo. Eu adoro seriados, videogames e esportes, mas nesse tempo estudando para a prova tudo isso ficou de lado.

Entretanto, nunca fui adepto daquelas rotinas de 10-12 horas de estudo por dia, coaching, aulas particulares e todo um aparato intimidador que apenas nos faz pensar que é impossível competir com um concurseiro profissional.

O que percebi nessa segunda rodada de fazer concursos (2015) é a importância de estudar as coisas certas, da forma correta e ter uma estratégia para fazer em 3-4 horas o que os outros estão fazendo em 10!

A primeira coisa que fica clara em nossa área é que ler toda a bibliografia existente é algo impraticável, que você pode fazer apenas a longo prazo. No caso do STJ, eu não tinha tempo para isso.

FOCANDO NA BANCA

O que decidi fazer foi me especializar em Cespe, banca que sempre adorei. Eu sei que há um monte de sites com provas, tipo PCI, mas nenhum deles tem todas as provas da banca. Posso ter perdido algumas, mas antes de tudo fiz uma varredura no Cespe e resolvi as 93 provas de comunicação que achei. Ia fazendo nos intervalos de almoço do trabalho e nos fins de semana, dias que eu dedicava para jornalismo.

Quando terminei tudo, vi que tinha acertado 4884 questões de 5918. Aí fiz algo que sempre quis: separei em temas, tipo “Rádio” ou “Teorias da Comunicação”, e coloquei todos os erros nesses arquivos. Um ritual muito chato de CTRL+C e CTRL+V.

Depois disso, peguei cada arquivo e fui ao Google buscando pequenos artigos e definições das questões que eu tinha errado. O estudo para a parte específica se resumiu a isso. Nada mais. Em 2008 e 2009, após alguns testes, eu percebi que acertava quase sempre as mesmas questões e errava quase sempre as mesmas.

Havia um tanto “x” de conhecimento sedimentado e outro tanto de assuntos que eu sempre errava. Nesse método, eu só estudo aquilo que eu erro. Cada um vai ter o seu nível “x” e pode iniciar dessa forma.

Fazer provas é disparado a melhor forma de estudar, principalmente para quem não tem muito tempo! Ler os livros ajuda, mas trabalhando 40 horas por semana, com família e amigos, não é muito fácil fazer isso. Além disso, creio que várias pessoas são como eu e têm a atenção dispersa facilmente. Eu começo a ler um texto e no segundo parágrafo já estou pensando na vida. Isso não acontece quando você está resolvendo uma prova!

IMPORTÂNCIA DOS CURSOS PREPARATÓRIOS

Eu foquei muito nas disciplinas básicas, porque muita gente se perde nessa parte, acaba perdendo a vaga por besteira. Quando você vê que Direito, Redação Oficial e Legislação são puramente decoreba, tudo fica mais fácil! Depois de um treino, fica sendo ponto livre para você.

Para as disciplinas básicas, eu acho que as videoaulas são excelentes. É uma forma prática de ver o conteúdo, parece que você está vendo televisão, mas na verdade é estudo. Eu achei que isso me ajudou de forma substancial nesse ano. Dez videoaulas de Redação Oficial foram suficientes para nunca mais errar esse assunto.

Não tenho preconceito contra material. Muita gente diz que é desnecessário, mas digo o contrário. Comprei cursos do Estratégia, Grancursos, Ponto dos Concursos, Radix e me cadastrei no Tec Concursos. No dia a dia eu sempre deixava uma janela aberta no Tec e ia fazendo questões em blocos de cinco minutos sempre que podia.

Tinha os PDFs do Estratégia abertos e sempre que dava, lia alguma coisa. Durante a noite eu deixava exclusivo para as videoaulas.

FOCO, FOCO E FOCO!!!

Como sou desorganizado, criei um calendário com qual disciplina eu ia ver em cada dia. Foquei muito na Gramática porque sempre foi meu ponto fraco e não podia perder pontos ali.

Fiz um experimento respondendo apenas aquelas que eu tinha certeza e respondendo todas. Percebi que sempre valia a pena responder todas as questões. Hoje em dia nem me passa na cabeça deixar uma questão do Cespe em branco. Estamos em uma fase de concursos tão difíceis que cada questão que a pessoa deixa em branco ela aumenta ainda mais a pressão de não ter errado nada do que respondeu.

Resumindo: o que me ajudou a economizar tempo foi estudar apenas e tão somente o que eu não sabia. Vi muitos amigos em leituras intermináveis de livros desnecessários e muitas vezes lendo e relendo itens fáceis. Acho que é muito devido a isso que a gente lê tantas histórias de “estudei 15 horas por dia”, “deixei de viver por dois anos” e esses exageros que nos assustam!

Eu não sou o primeiro a dizer, mas realmente é mais importante saber fazer prova e ter estratégia do que o conhecimento bruto em si. Talvez seja um exagero, mas é para deixar claro que se você vai fazer uma prova do Cespe, precisa entender o Cespe e somente isso!

Não perca tempo lendo autores que eles não usam, fazendo provas de bancas de fundo de quintal e desviando o foco em coisas que não agregam!

Se a prova é do Cespe eu preciso ter em mente que Jorge Duarte é rei, Jorge Pedro Sousa é rei e Margarida Kunsch é rainha, apenas para citar três dos que mais são cobrados!

Os concursos para comunicação sempre são muito disputados! Para se ter uma ideia, nesse do STJ as cinco notas mais altas do concurso, no geral, foram da Comunicação!

O lado bom é que sempre alguém é aprovado e aquela tese de que concurso é uma fila muitas vezes é verdadeira. É difícil, mas é possível. É como tudo na vida. Eu acabei escrevendo um monte, mas talvez não tenha abordado todos os aspectos. Fiquem à vontade para enviar perguntas ou comentários. Abraço!”

32 opiniões sobre “Depoimento: Francisco Souza”

  1. Francisco, parabéns! Seu relato serve para mostrar que não tem mistério, é sentar a bunda na cadeira e estudar! Com muuuito foco! Obrigada pelas palavras!

  2. Literalmente anotei todas as dicas! Vou usá-las e ver como elas funcionam pra mim! Mais uma vez parabéns pela conquista!
    O que mais gostei do seu depoimento é saber que não precisa estudar 10 horas por dia… rsrs!Sabendo focar, com poucas horas de estudo de qualidade já tem ótimos resultados.
    Vou focar no concurso da Assembleia Leg. do Paraná. Ainda não escolheram a banca pra prova mas vou usar suas dicas pra ela!

    Parabéns Francisco pela conquista e parabéns Mariana pelo blog!

  3. Adorei as dicas do Francisco e vou fazer como ele.Também sou desorganizada e perco atenção facilmente. Estou desempregada e sinceramente não tenho vontade de trabalhar em empresa particular mais não. Valeu, Francisco! Vou seguir suas dicas.

  4. Ah…Francisco fiquei até comovida com sua história. Um verdadeiro relato de superação e dedicação. Eu ainda não estou preparada para uma Cespe, mas adorei as suas dicas. Parabéns pelo esforço. Você fez por merecer.

    1. No caso do Cespe eu ainda quero ter tempo para montar uma database eletrônica com as questões. Facilita muito e economiza o nosso tempo. Obrigado!

  5. Adorei o relato do Francisco! Foge do trivial e dá dicas práticas, quebrando o paradigma de que quem passa em primeiro lugar é candidato que come livros, estuda 15h por dia e deixa de viver. Concordo com ele: concurso é estratégia e saber fazer prova. Estudar somente não pode ser o foco, o candidato precisa treinar e muito! E o que ele disse sobre ser disperso faz muito sentido: lendo a gente divaga, fazendo prova a gente concentra. Adorei mesmo. Parabéns Francisco!

    1. Esse perfil de devorador de livros é assustador mesmo. Há uma ideia que circula que um grupo de jovens classe média alta não trabalha, faz cursinho e se dedica anos da vida para passar em um concurso top.

      A intimidação é em vários níveis. É curioso como isso afeta quando a gente vai fazer prova. “Ah, é só uma vaga”, “ah, essa banca é complicada”. Conheço muitos que se derrotam antes mesmo de fazer a prova.

      Há várias formas de se chegar no mesmo lugar. É claro que o povo que não precisa trabalhar e estuda 15hs por dia acaba ficando com um grande número de vagas… mas é possível competir nesse meio.

      Quando voltei em 2015 eu mesmo estava amedrontado, achando que o tempo parado iria atrapalhar, que os concursos estavam mais difíceis e mais impossíveis… mas logo a gente vê que isso é mais psicológico do que real.

  6. Em primeiro lugar, parabéns Francisco! Só queria desabafar que esse foi o concurso mais injusto que já vi o Cespe fazer. Aparentemente não foi o seu caso, Francisco, mas as 9 anulações desta prova de comunicação social do STJ, sendo 8 somente na parte específica, alçaram muitos que estavam lá atrás aos primeiros lugares. As anulações beneficiam quem erra, e nesse caso, quem errou todas levou 18 pontos de presente!!! Quem já tinha acertado é totalmente prejudicado. Outro detalhe, a meu ver, as notas altas dessa prova se devem justamente a essa chuva de anulações, que beneficia tão somente quem erra e quem tem sorte. Enfim, uns dirão que é recalque, mas é apenas um desabafo! Kkkkk O seu caso é merecido! Parabéns novamente.

    1. É complicado sempre que a banca cobra itens com bibliografia recente ou baseado em definições de wikipedia.

      A parte recursal foi muito importante nesse concurso, mas é assim em todos. Eu ainda prefiro assim porque o Cespe pelo menos tem o bom senso de anular o que é anulável.

      É muito pior fazer uma prova feita por banca de fundo de quintal. O Cespe tem as suas polêmicas, mas mantem um nível.

      FCC, FGV, Cetro, Consulplan… eu me arrepio só de ler o nome deles porque são péssimos para a comunicação.

      Mesmo com as anulações o nível da prova estava difícil. Se você pega a nota final dos últimos dez concursos da área que o Cespe fez, vai ver que em outros a nota foi até superior. A maioria dos concursos recentes teve muita gente passando de 90. O da Anatel ano passado, com quase o triplo da concorrência e sete questões anuladas e alteradas, foi nessa média de 94-93-90 pontos.

      Eu ainda mantenho que o anulável deve ser anulado, até porque acertar uma questão que possui duas respostas, ou acertar uma questão que está errada não tem muito a ver com mérito, e sim com sorte.

      O ponto central mais uma vez foi a polêmica das questões de mídias sociais e webjornalismo. Sempre é assim, sempre são anuladas várias questões nessa matéria. Tenho certeza que o Cespe deve estar revendo como cobrar isso no futuro.

      O que me preocupa mais é o crescente peso da redação nessas provas. Entendo os argumentos para justificar, mas saímos de uma época onde isso valia 10 pontos e agora vale 40. Está ficando subjetivo demais. Várias vagas de analista judiciário são definidas por décimos de nota na redação e isso é muito problemático.

      Eu entendo o que você diz, mas eu ficaria muito mais aborrecido (já me aconteceu várias vezes) com uma prova marcada por questões absurdamente erradas ou não justificadas.

      1. As notas foram superiores nos outros concursos pois havia peso envolvido nas questões. Peso 2, em alguns casos, peso 3 para a parte específica. Daí lógico que a nota final sobe. No caso do STJ, o peso era 1 para tudo. A nota de corte alta nesse caso se deve aos que levaram vantagem nas anulações. Algumas pessoas que eu conheço tiveram a redação corrigida e ficaram absolutamente surpresos por isso. Antes das anulações, nem chance tinham. Foram beneficiados porque erraram! E também não concordo com algumas das anulações. Você saberia me dizer se há alguma justificativa para as anulações e onde eu posso encontrá-las? Enfim, bola pra frente! Sucesso no STJ!

  7. Perfeito e motivador! Obrigada por compartilhar!! Se não for pedir muito, por favor, volte um tempo depois e conte como é ser jornalista no STJ!! =]

  8. Olá Francisco, parabéns quando vier para LAGES, vamos conversar e comemorar. Sei que você ralou muito, mais apreendeu a estudar com qualidade e com eficiência.
    Que ano dez!!
    Sucesso e muita saúde para o amigo.
    Abraço José Arruda.

  9. Concordo com o meu colega Journalist, eu tinha feito 75 pontos, antes eu tinha acertado tdas as nove mas depois da anulação acabei ficando apenas com 4 certas. Fiquei tão chateada que nem quis saber com qnts pontos fiquei no final das contas.

    Por outro lado questões que realmente eram de cunho duvidoso e que mereciam ser anuladas não foram. Pelos meus cálculos o primeiro lugar deve ter respondido todas as questões e errado apenas 4. O que é muito, muito difícil numa prova da Cespe. Estou certa, Francisco Junior? Corrija-ma, por favor, se estiver errada. Grande abraço!

    1. Quase isso, foram 108-120, o que dá 96 pontos. Eu corrigi algo errado pq na minha conta dava 98. Pois é, polêmica sempre tem. Alguns recursos que fiz também não foram aceitos… justamente aqueles que eu achava mais prováveis!

  10. Parabéns, Francisco! A sua história é semelhante a minha (ainda não passei), e portanto, me incentivou bastante. Sucesso!!!

  11. Estou no sexto período de Jornalismo. Louco, louco, não sei muito o que vou fazer da vida. Brincadeira. Penso muito em mestrado, mas tenho sentindo um tesão por concurso. Minha mulher – sou casado e temos um bebê de dez meses – me dá total apoio. Desde que, claro, dê tudo certo – ou seja, que eu passe. Que-eu-passe. Jorra dentro de mim a expectativa. Tenho medos, medos, medos.
    Francisco é um exemplo. Um. As dicas são aplicáveis à minha vida. Já.
    Abraço e parabéns, querido.

  12. Parabéns Francisco. Também me identifiquei muito com sua história. Agora é sua vez de ajudar a quem ficou no cadastro reserva rs. Vou torcer para chamar todos, e se puder ajudar quando estiver lá dentro passando informações sobre possíveis nomeações ajudará quem está na esperança de ser chamado. Conquista merecida!

    1. Certeza que farei isso. Ontem estive lá no RH, fui muito bem recebido pelo povo. Passei na comunicação também. Há muita demanda. Eles queriam muitas vagas, mas conseguiram só duas para o edital. Enfim, vamos ver o que a gente consegue. Fico à disposição para passar as informações necessárias.

  13. Parabéns Francisco! Essa prova foi muito justa. Pior foi a da Marinha, repleta de erros e sem anulações necessárias. Mas já desisti desse tipo de banca e vou ficar em concurso federal. Já passei em três concursos e as suas dicas são a realidade. Abs!

  14. Contando as pessoas na Marinha, fiquei em sexto lugar, mas com muita raiva. Era para ter ficado, pelo menos, em quarto. Sei que não daria, mas seria justo. Abs

  15. Que bacana seu depoimento Francisco. Identifiquei-me muito com ele. Também utilizo esse método de anotar tudo que erro e já tenho um arquivo bem legal.
    Sou concursada no serviço público federal, também passei no famigerado cadastro reserva do concurso do MPU 2010 e não fui chamada. Voltei a estudar para concurso esse ano para sair do Executivo. Fiquei acomodada muito tempo por trabalhar 5 horas, todavia tenho um sonho de trabalhar no MPU, por isso voltei a estudar.
    Não é fácil voltar a estudar.
    Obrigada pelo depoimento, foi motivador!

  16. Francisco, pelo que li aqui vc realmente mereceu essa conquista.
    Parabéns! A Cespe é uma banca que ainda preciso decifrar
    e, neste sentido, suas dicas foram valiosas. Obrigada por
    compartilhar conosco. Desejo muito sucesso no novo cargo!
    Depois nos conta tb como é trabalhar no STJ.
    Grande abraço.

  17. Parabéns, Francisco. Nossa! Como seu depoimento me trouxe motivação, sabe? É tão recorrente esse discurso de que se não estudar 10-15 horas, não passa. Cada caso, um caso. Nesse caso, uma aprovação ou mais um passo! Que sua nomeação saia no momento certo. Parabéns!!!

  18. Oi, Francisco! Obrigada pelas dicas e parabéns!!
    Po acaso chegou a usar o site questões de concurso?? Escolheu o Tec Concursos por algum motivo especial?? estou na dúvida de qual escolher!!!
    Obrigada!

    1. Usei muito o TEC, mais pelo diagramação e ferramentas de uso do que qualquer outro motivo… ajuda muito! Sempre deixava a janela aberta no meio do trabalho e sempre que podia fazia 5-10 minutos de questões.

  19. “Se a prova é do Cespe eu preciso ter em mente que Jorge Duarte é rei, Jorge Pedro Sousa é rei e Margarida Kunsch é rainha, apenas para citar três dos que mais são cobrados!”
    HAHAHAHAAHAHAH percebi isso qd estudei pro concurso da FUB.

    Foi meu primeiro concurso do CESPE q fiz, formei ano passado, não fui classificado, mas minha nota deu pra corrigirem minha redação (e acho que se eu tivesse ido melhor na redação teria sido ao menos classificado). Nos 4 meses que estudei pra concurso percebi isso que vc falou. Pq eu só resolvia questões do CESPE, e pra mim ficou claro o que ela gostava de cobrar, tanto no especifico qt no geral. é isso, aí, esses autores q vc citou eu INCLUSIVE comprei os livros deles. ehehe

  20. Olá Francisco, tudo bem? Me formei em 2012 na UnB e assim que saí da faculdade a crise econômica já havia se instaurado aqui em Brasília. As redações pelas quais passei estavam contratando apenas temporariamente e trabalhos temporário não pagam aposentadoria, só contratam por Pessoa Jurídica. Por causa disso comecei a estudar para concursos e confesso que hoje estudo para concursos de técnico porque, mesmo pagando mal, pagam melhor do que as redações dos jornais de Brasília, fora outras comodidades que só o serviço público traz. Eu desisti de estudar para jornalismo e não faço mais concurso para jornalista porque são poucas vagas e a concorrência é imensa. Estou desempregada desde que me formei, por isso, passar para um concurso de técnico seria o ideal para mim, mesmo que não esteja relacionado com a minha profissão.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s