Como foi: prova do Consórcio Grande ABC?

concorcioAlguns leitores pediram e estou abrindo o post para quem fez o concurso do Consórcio Intermunicipal Grande ABC. O pessoal está reclamando que foram cobradas questões não previstas no edital e se cabe recurso. Quando é algo de Comunicação Social (ou de qualquer matéria), é difícil a banca aceitar, mas não custa tentar. Porém, já soube que tem coisa sendo cobrada  sobre o Consórcio ou sobre a região do ABC. Completamente fora do que estava previsto no edital! Além disso, não estão disponibilizando as provas para que vocês possam fazer o recurso com mais embasamento!

Se fosse um concurso de um órgão público, a sugestão era acionar o Ministério Público. Como se trata de uma associação, não sei se são aplicadas as mesmas regras. Mas uma coisa é fato: isso compromete a lisura da seleção! Pode ser configurado favorecimento de algum candidato! Sugiro essa consulta ao Ministério Público pra saber se é possível fazer uma denúncia formal!

Aproveitem esse espaço pra comentar outras coisas sobre a prova! Fiquem à vontade!

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12 opiniões sobre “Como foi: prova do Consórcio Grande ABC?”

  1. A prova foi um pouco difícil, principalmente pelo fato de a banca cobrar informações sobre a região do ABC e da própria empresa, que NÃO constavam no edital. Além disso, existiam questões de português mal formuladas. Gostaria de entrar com recurso, mas olha o que a empresa diz no edital:
    Por razões de ordem técnica, de segurança e de direitos autorais adquiridos, a USCS não fornecerá exemplares dos cadernos de questões a candidatos ou a Instituições de Direito Público ou Privado, mesmo após o encerramento do Concurso.

    O prazo para recursos começa amanhã, mas como vou fundamentar os recursos se não tenho as questões?

    1. Gente, liguei lá na Caipimes. Eles vão divulgar a prova amanhã e aí podemos entrar com o recurso. Pessoal, peço a vocês para entrarem com o recurso contra as questões cobradas que não estavam no edital. Se todo mundo entrar, teremos força para cancelarem estas questões. Não precisa ir lá pessoalmente, você pode mandar outra pessoa no seu lugar para protocolar o recurso.
      Vamos lá, pessoal!

      1. Não tenho as provas. Vou ver se alguém disponibiliza para mim e enviarei a vocês.

  2. Pessoal, concordo que a prova estava difícil, e até que houve alguns equívocos, por exemplo ,exigir que respondêssemos sobre o regime dos servidores federais Lei nº 8.112, de 11/12/1990( o regime do cargo é CLT ????), no entanto sobre as questões sobre o Consórcio está sim previsto em edital:Política Pública Social Regional e Planejamento e Desenvolvimento Regional;abraços e boa sorte a todos.

  3. Tenho uma dúvida:

    Em 2009 o STF revogou a exigência de diploma para exercício da atividade jornalística, decisão que dura até o momento. Ou seja, qualquer um, sabendo exercer tal mister, poderia atuar como jornalista.

    Desde aquele ano, há uma proposta de emenda à constituição (PEC 33/2009) contra tal decisão. Em 2012 a emenda foi aprovada no Senado, mas ainda aguarda aprovação final na Câmara dos Deputados.

    Geralmente, aparecem concursos para comunicação social solicitando qualquer formação em comunicação social. Outros, dividem as vagas entre as 3 formações principais, sendo uma prova pra jornalistas, outra pra publicitários e outra pra RP. Entretanto, alguns, mesmo sendo pra comunicação social, destinam as vagas apenas para os diplomados em jornalismo. Por exemplo, o último concurso do STF.

    Com base na decisão vigente do STF, pergunto:
    Nesse último caso, o órgão liberando vagas apenas para formados em jornalismo, os formados em comunicação social em outras habilitações teriam o direito de fazer a prova e entrar com um pedido judicial para assumir o cargo em caso de aprovação?

    Entendo que, de acordo com a decisão do STF, não há motivo para os concursos exigirem apenas jornalistas formados em seus editais. Deveriam, pois, fazer uma prova mais aprofundada em jornalismo e filtrar os outros formados que fariam a prova. Assim, seguiriam a decisão judicial.

    O que acham?

    abs.

    1. Thiago, seu pensamento faz sentido. Mas o fato de não ser necessária a exigência do diploma não quer dizer que os órgãos ou as empresas não possam continuar pedindo, caso sintam essa necessidade. Acho que se tiver no edital exigindo o diploma de jornalismo, quem é de outras áreas não pode fazer porque o edital é a lei do concurso e é ele que dita as regras da seleção. Conheço algumas pessoas que entraram como liminarista e digo que a vida delas é um inferno, sempre com ameaça de cair a liminar… Não indico pra ninguém! Mas sugiro procurar alguém da área de Direito que possa dar mais explicações, talvez até haja outras alternativas e eu não saiba.

    2. Acredito que a decisão se refira a não obrigatoriedade de possuir o diploma para o exercício da profissão de jornalista. Acredito que isso não signifique que as empresas e os entes públicos não possam exigir o diploma de jornalista, mas apenas que estes têm a faculdade de fazê-lo. Por exemplo, para construir a pessoa deve ser engenheiro ou arquiteto…mas para ser jornalista…a pessoa não precisa mais ser jornalista. A exigência é do edital e não do Estado.

  4. Deviam a aplicar a prova novamente não só anular questões seria uma método mais justo para todos.Com a prova totalmente reformulada.

  5. BOA TARDE
    POR GENTILEZA ALGUEM TERIA COMO ME DISPONIBILIZAR AS PROVAS DOS SEGUINTES CARGOS: ANALISTA DE RH, OFICIAL DE GABINETE DA SECRETARIA EXECUTIVA, GESTOR DE POLITICAS PUBLICAS REGIONAIS E AGENTE ADMINISTRATIVO? OBRIGADA

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