Concurso da Câmara do Recife: como foi?

camara2Hoje foi dia de prova do concurso da Câmara do Recife. Um dia de muitas histórias pra mim, como contribuir com uma turma de faculdade que foi prejudicada por uma empresa de formatura, socorrer uma candidata que desmaiou no banheiro, encontrar a irmã de um amigo que me chamou de “famosa Mariana Mazza”… Enfim, coisas de um domingo de concurso!

Mas vamos à avaliação da prova! No geral, eu gostei. Não foi tão difícil e nem tão cansativa.

De Português, gostei bastante dessa coisa de pequenos textos ao invés de um texto gigante e cansativo… As perguntas foram bem diretas, agora praticamente só gramática, quase nada de intelecção de texto. De toda forma, tinha sempre aquela que você precisava interpretar porque nem sempre dá pra entender o que a banca pretende com aquela questão.

Legislação, quem conseguiu estudar as leis mais a fundo não deve ter tido muitas dificuldades, ainda mais porque não cobraram tanta decorebinha de prazos, números… Tinha umas que dava até para ir pela lógica.

Específicas, tenho certeza que marketing matou muita gente!!! Vamos combinar: o que um jornalista da Câmara tem a ver com a atuação em marketing? Achei questões demais do assunto, enquanto outros como Teorias da Comunicação e história dos meios ficaram de fora… No mais, pra mim umas duas ou três questões tinham duas respostas que poderiam estar certas, tentei marcar a que pareceu “mais certa”, mas causou muita dúvida… A da “cortina” e “BG” quase que foi no pim-pam-pum, afinal cortina é um termo que nem se usa em rádio!!! Mas, apesar de marcar BG, acho que a resposta certa era cortina! =(

E vocês, o que acharam da prova? Vamos comentar e quando sair o gabarito (terça-feira) abro outro post pra gente ver como foi.

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26 opiniões sobre “Concurso da Câmara do Recife: como foi?”

  1. Não usa cortina em rádio, Mari? OMG, vivendo e aprendendo! Em todo script de rádio que fiz, durante todinha a graduação, tava lá a tal da cortina hahaha Boa sorte, amiga, tô sempre torcendo por ti 🙂

    1. Na “vida real” de rádio não usa, Gabi! Fala trilha ou BG. Pesquisando na net vi que realmente o termo está em desuso… Fiquei na dúvida cruel!

      1. Ô, Mari! Mas a questão falava de telejornal e não de rádio. Na busca mais imediata que achei aqui na internet, a Cortina é “um breve trecho musical para separar partes do programa radiofônico”. Acho que se assemelha mais com vinheta… Ainda tenho fé na resposta ser BG, pois é uma trilha.

      2. Acabei confundindo mesmo porque tinha ouvido esse termo em rádio… Mas não altera a resposta. Taa resgatando na mente que cortina era mais uma vinheta, mas vamos ver o gaba!

    2. Olá, o que vocês responderam no quesito 47 sobre um orgão público que privilegiou a transmissão de informação para os cidadãos a partir de matérias e comunicados no site, chats virtuais e publicações impressas e etc?
      No gabarito a resposta foi a C – “impessoalidade”. Porém, eu achei que a mais correta foi a letra A – “Transparência”. Se alguém souber me explicar o porquê dessa resposta ser a letra C, agradeceria. Abraçoss, parabéns pelo espaço!

      1. Também respondi transparência, mas acho que o gabarito foi pra impessoalidade porque privilegiaram a transmissão de informações por meios ” impessoais”, deixando entrevistas com ocupantes de cargos públicos (que poderia lhes dar publicidade, sendo contrária ao prinícipio da impessoalidade) apenas como complemento, quase um último recurso). Não sei se vale a pena entrar com um recurso sugerindo que também seguiram o princípio da transparência, acho dificil ser aceito. 😦

      2. Nesse caso, trata-se do princípio da Impessoalidade previsto no Art 37 da Constituição Federal: “O princípio da impessoalidade visa a neutralidade e a objetividade das atividades administrativas no regime político, que tem como objetivo principal o interesse público. Este princípio traz consigo a ausência de marcas pessoais e particulares correspondentes ao administrador que esteja no exercício da atividade administrativa.”

  2. Fiz prova na mesma sala que você, Mariana! Também vi a menina passando mal no banheiro, tadinha. Achei a prova fácil, e como só é uma vaga, isso significa que só vai passar quem errar o mínimo mesmo…
    Adorei que português tenha tido pequenos textos ao invés de um enorme que nos obrigasse ficar voltando a ele toda hora pra responder às questões (as outras bancas podiam seguir esse modelo, né?).Legislação estava bem tranquila.
    Não curti a quantidade de perguntas de marketing (achei uma sacanagem, já que era um item superpequeno no edital) e fiquei em dúvida na resposta de uma boa delas. A pergunta da cortina que você está falando ñ era referente à rádio, e sim tv (tbm marquei bg, faz alguma diferença a mudança de meio? Já pesquisei, mas ñ achei resposta). Na questão 69, acho que havia duas respostas, uma vez que sim, se assessoria ñ se pronunciar, abre-se um vácuo de informação que pode ser prenchido por boatos (lembro vagamente de ter lido isso num livro. É isso mesmo, ou estou louca?) e sim, é função da assessoria divulgar informações sobre o caso.
    Agora é esperar o gabarito #ansiosa

    1. Sobre cortina, eu realmente confundi, mas não muda o sentido de acordo com o veículo… E a 69 tive a mesma duvida, pra mim ás duas respostas são verdadeiras! Vamos aguardar o gabarito pra ver o que da…

      1. E sobre a 69… Já respondi várias provas da FGV que tinham mais de uma resposta. Muita chance de ser anulada.

  3. Oi, Gente! Achei que essa prova completamente atípica para a FGV, não só porque choveu marketing, mas também porque foi completamente diferete de todas as já realizadas até 2010 para Jornalista. Quem estudou os assuntos e se debruçou sobre a banca, analisando as provas da FGV dos últimos anos, não teve muita vantagem sobre quem não estudou. Uma decepção para quem se dedica com esmero à preparação… A prova de português, como sempre na FGV, meio maluca e simplista. Legislação, tranquila. Enfim, quem passar está de parabéns, pois foi uma daquelas provas a serem “domadas”, em que a gente precisa tentar “pegar o touro pelos chifres”.

  4. Gente, fica aqui a minha dica sobre a prova de Português para eventuais concursos com a banca da FGV. Estudem com o professor Heber Vieira. A prova foi e-x-a-t-a-m-e-n-t-e como ele trabalhou em sala de aula, pois ele de fato esmiuçou a FGV. Dá essa sensação de loucura, esquisito, mas se você entender o que a questão está cobrando, matou a charada. Acho muito melhor entender a forma como a FGV cobra as questões do que uma prova cansativa, com muitos textos densos.

  5. Como foram os acertos de vocês? Podíamos fazer um ranking, pra dar uma noção da situação de cada um.
    Eu acertei 27 de Port, 10 de Legislação e 21 de Específicas

    1. Eu acertei entre 54 e 56 (tem duas questões que não lembro exatamente o que marquei). Foram 24 de português, 8 de legislação e 22-24 de jornalismo certas.

  6. 23 – português
    7 – legislação
    21 – específicas
    TOTAL: 51 acertos

    Obs.: Há pesos diferentes entre as parte da prova? Não vi nada no edital…

  7. Boa tarde Marina.
    Vou prestar o concurso da SES/MG para jornalista, a banca organizadora é a FUNCAB, porém no edital eles colocam que vão pedir na prova questões relacionadas a PP e RP também.
    A banca não cita referências bibliográficas. Você possui algum material para compartilhar comigo ou para indicar?

    Conteúdo programático:

    Organização de Assessoria de Comunicação, textos jornalísticos informativos, interpretativos e opinativos para veículos impressos, rádio, televisão e internet, edição de jornais internos e publicações institucionais; preparação de entrevista coletiva, release e clipping; planejamento e implementação de atividades de Relações Públicas; preparação e implementação de eventos institucionais; realização e análise de pesquisas de comunicação; legislação e ética de Jornalismo e Relações Públicas no Brasil; planejamento, organização e supervisão de eventos institucionais. Domínio de processos editoriais: planejamento de produto, edição de texto, imagens e sons, roteirização de produtos em diferentes suportes, montagens, divulgação de produtos editoriais. Criação, planejamento, produção, difusão, multiplicação, distribuição e análise dos projetos editoriais em diferentes suportes. Desenvolvimento de atividades relacionadas a todos e qualquer produto editorial. Busca de soluções editoriais criativas para as questões cotidianas. Conhecimentos técnicos na criação de peças publicitárias. Conhecimento nos processos de comunicação que envolve a prática publicitária. Planejamento de ações de comunicação (diagnóstico de problemas, necessidades e perfil do público consumidor). Domínio de processo de criação, produção e finalização de peças para veículos impressos, eletrônicos e digitais. Planejamento mercadológico e de mídia. Redação publicitária. Legislação e ética.
    Gestão dos relacionamentos entre a organização e diversos públicos pelo uso de estratégias de comunicação institucional, interna e externa, para difundir a identidade organizacional e apoiar objetivos comuns; elaboração de campanhas institucionais; programas de integração, de responsabilidade social, ambiental, cultural e de gestão de crises; gestão de marketing; planejamento e produção de publicações internas; produção cultural e eventos; parcerias e comunicações estratégicas com empresas, agências, entidades de classe e profissionais do mercado da comunicação; visão global dos diversos aspectos dos processos comunicacionais; comunicação digital; planejamento da comunicação, em duas dimensões: mobilização social – ação frente a agentes, movimentos e setores sociais; e uma ação de RP interferindo no planejamento e na condução da área de comunicação nas organizações, sendo o evento somente uma ferramenta, parte do instrumental nessas duas formações maiores; gestão ou planejamento da comunicação.

    Obrigado,

    Eder Fernandes

    1. Achei muito confuso esse conteúdo programático. Muito técnico. Como é que eles nem citam Teorias da Comunicação? Por um momento parece as atribuições de um determinado cargo e não o conteúdo a ser estudado. E sem referencia bibliográfica nenhuma…

      1. São poucos os concursos que têm utilizado referência bibliográfica… É pra gente se virar mesmo nos estudos!

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