Concurso da ANP: como foi?

Contem-me tudo, não escondam nada! Como foi a prova da ANP com esse um milhão 453 mil assuntos que eles pediram no edital? Fácil? Difícil?

Tem questão que dá para recorrer?

Aproveitem esse post para trocar figurinhas sobre essa seleção!

UPDATE
A leitora Ana Carolina me enviou a prova e o gabarito e estou disponibilizando para que vocês possam baixá-la! Obrigada, Ana!

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43 opiniões sobre “Concurso da ANP: como foi?”

  1. Bom, eu acho que não fui bem, tenho certeza que caí em muitas “cascas de banana” do Cespe. No entanto, um amigo meu, Felipe, achou a prova fácil.
    Nas provas de Conhecimentos Básicos, fiquei com muita raiva, pois pouco foi cobrado daquele monte de leis do edital.

  2. Olá! Achei que a prova foi difícil na parte de conhecimentos específicos. Nas questões abordando teorias da comunicação havia muita coisa que nunca tinha caído em provas anteriores de comunicação e a parte de editoração tb foi um pouco chatinha, com questões bem decoreba.
    Mas muitas questões eram bem atuais, como sobre a Lei Carolina Dieckmann (sobre crimes de internet). E as questões de conhecimento básico, como português e inglês estavam fáceis. Mas é preciso ver o gabarito pra ter certeza!!
    A prova discursiva, nas questões práticas, foi tranquila, mas o tema da redação foi bem profundo. Era preciso um conhecimento de história, mas saber linká-lo com a atualidade. Falar da esfera pública na Grécia no contexto da pólis e da ágora, passando pelo século XVII e XVIII e atualmente, com as redes sociais. Achei o tema interessante e bem elaborado, e com certeza muita gente vai cair. Na minha sala vi gente entregando essa folha em branco!!
    Agora é aguardar gabaritos, resultados, correções e recursos…

  3. Olá Mariana, tudo bem?

    Pois é, muitas, muitas coisas para se estudar… foi a primeira prova da Cespe que eu fiz para valer, por isso fiquei tensa com o “se marcar uma errada, perde ponto na correta”.

    Achei Direito Administrativo difícil e complexo, algumas perguntas achei que era decoreba mesmo, de ter lido uma lei inteiro e não uma lei para ser compreendida em geral, a ideia dela.

    Direito Ambiental acho que fui bastante bem, talvez porque enquanto eu estudava gostei bastante da disciplina.

    Me surpreendi de só terem caído somente quatro questões de inglês. Acho que estavam em um nível bom e o texto, claro, sobre petróleo, interessante.

    A parte de Regulação de Petróleo também estava abarcando toda a matéria e justa.

    O que me surpreendeu e que nem sabia que ia cair, era uma parte estilo “documentação”, umas quatro perguntas sobre relatório, ofício, ata, etc. Isso está inserido EM QUE??? Achei estranho…

    Sobre a nossa específica achei o nível bom, bem interessante…fiquei muito surpresa e acho que fui mal na parte de Teorias e Histórias da Comunicação…sabia que caiu umas três ou quatro perguntas sobre pensadores da América Latina, sobre a opinião de pensadores Brasileiros e até sobre o Paulo Freire…aonde raios eu encontro esse assunto? Achei meio estranho também…
    A parte de Comunicação Organizacional, Assessoria de Imprensa, Opinião Pública e Relações Públicas estava
    boa. Não sei muito sobre Design então acho que não fui bem, perguntaram umas coisas bem específicas, sobre se o papel A5 mede 210x alguma coisa, por exemplo.

    Sobre a discursiva achei super interessante! Boa, bem feita, abordou vários temas, principalmente de produção gráfica, mas me surpreendeu a Redação não ter cobrada nada relacionado a petróleo ou ANP.

    Me dá uma dica, como você acha que as provas da Cespe devem ser feitas?

    Beijos

    1. Sobre essa parte de relatório, ata, ofício, isso é redação oficial. Eles cobravam isso no edital? Não lembro, tem que consultar…

      Agora respondendo a essa sua pergunta de como as provas da Cespe devem ser feitas, não existe nenhuma fórmula, né? Eu tento deixar em branco aquelas que eu não sei mesmo para evitar eliminar outras que acertei… Mas já vi um professor falando que o ideal é deixar no máximo 10% em branco, o que dá 12 questões. Acho que eu normalmente deixo umas 18, 20…

      Outra coisa que já ouvi falar é que a prova tem mais ou menos a metade das questões C e a metade E, então já me falaram de uma técnica de ver quantas respostas você já marcou e chutar as restantes na resposta que tem menos. Por exemplo, digamos que você tenha marcado 60 C e 50 E e está em dúvida de 10. Aí você marcaria E nessas 10 para “equilibrar” a prova. Mas acho isso meio arriscado!

      Na verdade depois que soube dessas duas técnicas, eu não fiz nenhuma prova da Cespe para tentar comprová-las…

      Boa sorte!

  4. Olá, Mariana!! Minha primeira vez por aqui! Bom, achei a prova um pouco decepcionante. Quem esperava mais conteúdo sobre combustíveis mesmo, como produção, exploração, etc, e até legislação do setor, se frustrou. Achei o conteúdo básico mal distribuído. Nada de gás natural e biocombustíveis. Ridículo! Nada de lei 8.112, ética no serviço público federal, uma mísera questão sobre Lei de Licitações, pouco de Direito Constitucional, ausência total de regimento interno da ANP. Nível de dificuldade moderado, nada absurdo. Português foi fácil, exceto por redação, que detesto…

    Já a prova específica foi, no geral, de média dificuldade. Apesar de algumas questões bem fáceis, havia algumas cabulosíssimas. Perguntas sobre a nacionalidade de Jesus-Martín Barbero e Paulo Freire me pegaram desprevenida. Também boiei na questão sobre história dos meios de comunicação no mundo e no Brasil. Órbita geoestacionária?? Heim?? Regulamentação da internet, idem. Vacilo meu, já que o edital cobrou tendências de legislação da internet no Brasil. Quem acompanhou o noticiário sobre a aprovação da lei Carolina Dieckmann vibrou.

    Gostei muito do conteúdo relativo à assessoria de imprensa e comunicação corporativa. Bem reais, ligados ao cotidiano. Abordaram planejamento estratégico, relacionamento com público-alvo, produtos e serviços de uma assessoria (release, organização de coletivas, media training, position paper, nota oficial) e gestão de crises. Creio que nossos colegas RP devem ter ficado contentes! Fiquei chateada pela quase ausência de Teorias da Comunicação, que só não passou em branco devido a uma mísera questãozinha sobre Escola de Frankfurt. Porém, minha empolgação sumiu com as questões sobre planejamento gráfico: flexografia, impressão relevográfica e dimensão de papel A3. Socorro!! Senti falta de webjornalismo.

    Com relação à prova discursiva, imagino que todos devem ter sofrido tremido ao ler a primeira questão: texto dissertativo sobre as mudanças do conceito de esfera pública, elemento essencial para o entendimento de opinião pública, desde a Grécia antiga, passando pelos séculos XVII e XVIII, até o advento das redes sociais. Alto nível de dificuldade. Quem já leu Habermas e seguiu fielmente o edital, que foi taxativo ao cobrar Manuel Castells e Pierry Lévy, se deu bem. Questão inteligente, NA MINHA OPINIÃO, mas que tive dificuldade em desenvolver em tão pouco tempo. Sério, impossível conciliar 120 questões objetivas com outras três discursivas.

    A primeira questão prática cobrou a elaboração de um texto de apoio para uma campanha publicitária, além de indicações de legendas acompanhadas de instruções gráficas. Questão relativamente simples, mas que exige bastante atenção e criatividade. Como sou péssima nesta parte gráfica, estou insegura quanto ao meu desempenho. A última questão prática foi fácil. Pedia que discorrêssemos sobre o envio de convites impressos e por meio eletrônico para diferentes públicos de uma empresa. Deveríamos escrever sobre vantagens, eficácia desses métodos e diferença de custos de produção.

    De uma maneira geral, esperei por uma prova bem mais complexa. Afinal, um vencimento de R$ 10 mil está em jogo!! O mesmo se aplica à avaliação discursiva, com exceção do texto discursivo que, com toda certeza, assombrou muita gente. No mais, achei que cinco horas são insuficientes para tanta coisa.

    1. Na verdade, acho que o grande desafio da prova era esse: conseguir fazer 120 questões + uma redação + duas questões abertas em tão pouco tempo.

  5. Oi Mariana, a prova estava muito subjetiva, especialmente nas específicas. A parte de conhecimentos básicos estava bastante tranquila, na minha opinião. O tema da discursiva não foi dos mais fáceis e tinha um teor histórico e um nível de conhecimento bem avançado. Já as duas questões foram mais tranquilas, estou aguardando o edital para ver como fui de modo geral.
    abraços
    Isabela

  6. concordo com a Bruna Cunha; eu esperava um nível maior de dificuldade na prova objetiva. não pelo vencimento (que realmente é bem convidativo), mas pela peneira da Cespe, que nesse concurso vai ser apertadíssima…só onze redações serão corrigidas, e depois apenas 8 pessoas vão para a prova de títulos. Eu pensei que eles iam querer filtrar mais com uma prova mais difícil. De toda forma, gostei do que vi. A redação estava bem complexa, usei todas as 30 linhas, e se tivessem dado mais espaço, teria escrito mais. eram muitos detalhes para amarrar em pouco espaço. Já a questão do tempo não achei tão ruim, não. Eram 120 questões, mas com um nível de dificuldade que não tomava tanta massa cinzenta (rs), deu pra equilibrar e resolver sem desesperos.

    Ah, e a questão sobre correspondência oficial é válida, pois eles cobraram no edital. Boa sorte para todos!

  7. A pessoa que perguntou onde encontrar aquelas questões sobre Paulo Freire pode achá-las no OBRAS JORNALÍSTICAS, UMA SÍNTESE, no capítulo sobre teorias contemporâneas da comunicação.

  8. Gente, segue meu gabarito. As que eu deixei em branco coloquei um zero.

    1 0
    2 C
    3 C
    4 E
    5 E
    6 E
    7 C
    8 0
    9 C
    10 C
    11 C
    12 0
    13 C
    14 C
    15 E
    16 E
    17 C
    18 E
    19 C
    20 E
    21 0
    22 E
    23 E
    24 C
    25 C
    26 0
    27 C
    28 E
    29 C
    30 E
    31 0
    32 E
    33 0
    34 E
    35 C
    36 C
    37 C
    38 C
    39 C
    40 0
    41 0
    42 0
    43 E
    44 E
    45 E
    46 E
    47 E
    48 C
    49 E
    50 C
    51 C
    52 0
    53 C
    54 E
    55 E
    56 0
    57 C
    58 C
    59 C
    60 E
    61 C
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    63 0
    64 C
    65 C
    66 E
    67 E
    68 C
    69 E
    70 E
    71 E
    72 C
    73 E
    74 E
    75 C
    76 0
    77 E
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    88 C
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    90 E
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    92 C
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    94 E
    95 C
    96 C
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    99 E
    100 C
    101 C
    102 E
    103 C
    104 E
    105 E
    106 C
    107 0
    108 E
    109 C
    110 E
    111 E
    112 C
    113 E
    114 0
    115 C
    116 0
    117 C
    118 E
    119 C
    120 C

  9. Vamos sim!
    Seu gabarito:
    1. e
    2. c
    3. e
    4. e
    5. e
    6. e

    8. e

    10. c
    11. c

    13. e

    16. e

    19. c
    20. c
    21. e
    22. e
    23. e
    24. c

    28. c
    29. c

    32. c

    35. c
    36. c

    38. e
    39. e
    40. e
    41. e

    43. e
    44. e
    45. e
    46. e
    47. e
    48. c
    49. e
    50. e

    54. c
    55. e
    56. e

    58. c
    59. e
    60. e
    61. e

    65. c
    66. e
    67. e
    68. c
    69. e
    70. e
    71. e
    72. c

    76. e

    78. e
    79. e
    80. e
    81. c
    82. e
    83. c

    86. e
    87. e
    88. c
    89. e

    91. c
    92. c
    93. e
    94. e
    95. c
    96. c
    97. e
    98. c
    99. e
    100. c
    101. e
    102. e
    103. e

    105. c
    106. c
    107. c
    108. e
    109. c

    112. c

    117. e
    118. c
    119. c

  10. Desculpe, quis dizer meu gabarito.
    Mariana, acabei de ver, estava no Edital sim, na parte de Português, Redação Oficial… =(

    Obrigada

  11. O Cespe supreendeu desta vez estudei pra caramba este conteúdo sobre o petróleo e nada veio muito fácil as questões que foram cobradas em compensação o específico tava difícil, nível alto quem conseguir atingir entre 90 e 100 pontos tem grande chacece de ter a prova discursiva corrigida….

  12. Pessoal!

    A ordem das questões mudam! Como inicia a prova de vocês? Por acaso, a primeira assertiva é esta: “Depreende-se do texto….”?

  13. Achei que a Cespe surpreendeu com essa prova, acredito que o grande diferencial está nas questões discursivas! As questões objetivas não tiveram nível elevadíssimo de dificuldade como em provas anteriores de elevados salários!
    Concordo com o Paulo em relação a legislação, foi decepcionante para quem a estudou pra valer! Bom, isso prova o quanto a banca é imprevisível já que em outras provas despencaram questões de legislação!Bom, o ano está apenas começando! Boa sorte a todos! e obrigada Mariana por manter o blog! Isso nos ajuda muito! Abraço!

  14. Ahh, nem tinha me ligado disso. A minha prova de conhecimentos gerais começou mesmo por “depreende-se do texto…”, mas a de c. específicos começou por “espanhol de nascimento…”

  15. Eu não prestei a prova, mas gostaria de ver o caderno de questões. Infelizmente, só pode acessar o caderno no site da Cespe quem estava inscrito no concurso. Alguma alma caridosa poderia enviar para mim?

      1. Manda pra mim também (jornalistas.concurseiros.com.br) para eu divulgar no blog? Por favor!

  16. Pessoal! Peço com urgência que confrontem seu gabarito individual com o Geral para nossa área de Analista Administrativo III! Eles não batem, não é possível que seja somente o meu! Att, Daiane

  17. Daiane, o gabarito geral pode ser de um tipo de prova diferente da sua. Já vi outras pessoas reclamando disso, e o negócio é se prender ao gabarito individual mesmo.

    Quais foram as notas de vocês? Eu fiz 75.

    1. O problema é que nas provas da Cespe, uma errada anula uma certa, então o total dá 85-35 = 50. Acho que essa nota já é desclassificado…

  18. Colegas, o gabarito de uma questão me deixou confusa!! Questão 101, sobre house organs, afirma que se trata de “publicações destinadas tanto para o público interno quanto para o público externo de uma organização”. Foi marcada como E. Discordo, e vcs? Em mais de uma obra, o Wilson da Costa Bueno diz que esse informativo, embora inicialmente concebido para o público interno, atualmente é direcionado, também, para diversos outros públicos, como acionistas, clientes, fornecedores, etc. Pretendo recursar. O que vocês acham?

  19. Concordo, Bruna! Inclusive estudo com esse livro também e respondi a questão pensando no que o autor afirma.

    Tem outra: 75 Observa-se adequação às regras de redação na frase “uma sondagem de opinião realizada no final do último inverno revelou crescimento de dez por cento entre os consumidores que preferem vinhos importados em vez de vinhos nacionais”. Não seria preferem vinhos importados A vinhos nacionais? A regência do verbo preferir se faz com a preposição a. Prefere uma coisa a outra e não em vez de. Concordam?

  20. Logo, essa assertiva se torna incorreta, pois pede-se para analisar quanto a adequação às regras de redação.

  21. Oi Carol, não fiz a prova, mas você está está. Dá para entrar com recurso sim. O Manual do Estadão diz: Preferir. 1 – Constrói-se com a preposição a e não com a locução do que: Prefere a mãe ao pai (e não “do que” o pai). / Os alunos preferiam jogar futebol a praticar atletismo. / “Prefiro os que colocam bem as idéias aos que colocam bem os pronomes” (Sí1vio Romero). 2 – Também é errado usar preferir com em vez de: O lateral prefere jogar no Brasil “em vez de” (o certo: a) ir para a Espanha. 3 – Como preferir já tem valor absoluto, são inadmissíveis frases do tipo de: Prefiro antes morrer a renunciar. / Os times preferem mais atacantes a defensores. / Preferia cem vezes brincar a estudar. O “antes”, o “mais” e o “cem vezes” estão sobrando nas frases. 4 – Com preferível, proceda da mesma forma: Achou preferível sair a ficar. / É preferível lutar a morrer sem glória. 5 – O do que pode ser usado com melhor: É melhor um pássaro na mão do que dois voando. 6 – Conjuga-se como servir: prefiro, preferes; que eu prefira; prefere tu, preferi vós; etc.

    http://www.estadao.com.br/manualredacao/esclareca/p.shtm

  22. Tb concordo com a questão 101, entrei com recurso 🙂
    E as notas, ninguém vai postar? rsrs. Bora montar um ranking?

  23. O grande problema da Cespe é essa besteira que eles teimam em fazer de anular uma resposta certa com uma errada. Acho isso triste, já que anula o esforço dos candidatos que estudam e premia aqueles que preferem ficar em cima do muro e não marcar nada! Mas essa é só a minha opinião…

    Espero que os chefões da ANP tenham bom senso no próximo concurso e voltem a chamar a CESGRANRIO – na minha opinião, a melhor banca do país, seguida pela Fundação Carlos Chagas – para fazer as provas.

    1. Nem sempre o objetivo da prova é medir quem sabe mais do assunto, mas quem é mais “safo” na hora de responder a prova…

    1. Acho que eles resolveram liberar o caderno de provas… De toda forma, disponibilizei aqui no blog para quem quiser baixar. Mas obrigada pela dica!

  24. Senhores,

    Houve um erro primário nesta prova e vai dar problema.
    No caderno de provas não continha a informação de que uma errada anulava uma certa. Quem saiu com a prova ou pediar um Habeas Data vai ver e a prova é o último edital que vale, ou seja, mesmo que esteja no edital uma coisa mas na prova não o contenha, vale a prova. O Próprio pessaol da CESPE depois adulterou a prova digital do Site.

    1. Mas a informação não estava no edital? A menos que na prova tenha escrito o contrário (que uma questão errada NÂO anularia uma certa), acredito que a ausência dessa informação não será o suficiente para anular a prova, por exemplo, pois o edital tem as regras que regem o concurso. Mas quem se sentiu prejudicado tem que correr atrás mesmo…

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